Um exílio de 8 dias – Parte II

As ruas de uma cidade servem às vezes para que reencontremos o sorriso que custa a acontecer quando a vida se restringe à convivência cotidiana. Em Paris, mesmo lugares mais sombrios, que nos apontam para uma não presença, parecem estar carregados de um perfume em cuja composição há muita alegria. Assim, somente a pressa me impediu de passar talvez dias e dias no cemitério onde inúmeros artistas foram enterrados; igualmente, a simplicidade das cadeiras de madeira e assento em palha da  igreja do bairro de Saint Germain de Près conseguiu neutralizar em mim uma natural aversão a templos.

Anúncios

About Andrés Rodríguez Ibarra

Filósofo, autor de uma tese sobre a liberdade em Foucault, defendida em 2008 na USP.
Esta entrada foi publicada em Arte. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

4 Responses to Um exílio de 8 dias – Parte II

  1. Ana Cristina disse:

    Corrigindo: Lindo, Andrés!!!! O Père Lachaise é realmente muito fotogênico (rs) e as ruas de Saint Germain e do Quartier Latin, com seus labirintos pra gente se perder e achar belas fachadas, são maravilhosos! Ver suas fotos me deu uma vontade danada de estar lá. Parabéns pelo sempre belíssimo trabalho.

  2. Cléa Maranhao Gomes de Sá disse:

    Andrés,
    ver Paris com seus olhos de artista é um presente para nós que não o somos. As fotos estão lindas. Gostei muito. Abraços
    Cléa

  3. Que lindo Andrez, fiquei com vontade de viajar! 😀

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s