Arquivo do autor:Andrés Rodríguez Ibarra

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Sobre Andrés Rodríguez Ibarra

Sociólogo e doutor em filosofia, autor de uma tese sobre a liberdade em Foucault, defendida em 2008 na USP.

Adaptação, de Cia. Teatro de Açucar e A Pele de Vênus, de Roman Polanski

SOB O SIGNO DO INESPERADO Vou novamente ser um tanto cruel – só que, agora, às avessas[*] – e comentar um espetáculo que passou como um relâmpago pela cidade (somente duas apresentações): a peça Adaptação, um monólogo concebido, dirigido e … Continuar lendo →

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A política pode mudar o mundo?

REFLEXÃO PARA UM TEMPO BICUDO Um leitor meu, dentre os poucos com quem tenho a oportunidade de conversar a respeito do que aqui escrevo – trata-se de meu pai – não conseguiu digerir afirmação minha, do penúltimo post, relativa à … Continuar lendo →

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Big Jato, de Cláudio Assis

MATEMÁTICAS INCOMPATÍVEIS Que leitura fazer, depois de ter assistido ontem, no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (48ª edição), a Big Jato, da atitude de seu diretor, Cláudio Assis, que, três semanas antes, no Recife, protagonizou cena vexaminosa, por ocasião … Continuar lendo →

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Uma catarse

A SOCIOLOGIA: UM ERRO? Há trinta anos atrás, mais ou menos, deparei-me com essa que viria a ser a minha profissão: a sociologia. Eu tinha interesse, na época, no curso de Comunicação Social, onde se formam, dentre outros, os jornalistas. … Continuar lendo →

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Adeus à Linguagem, de Jean-Luc Godard

UMA DIMENSÃO QUE SE CONSOLIDA, FINALMENTE Vale a pena, tenho a convicção, ir mais de uma vez a assistir a Adeus à linguagem, último filme de Jean-Luc Godard, agora em cartaz. Ainda pretendo fazê-lo: trata-se de checar coisas ouvidas, para além … Continuar lendo →

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Uma tradição familiar

RÉQUIEM PARA UM PEUGEOT Herdei, com toda a certeza, de minha mãe um certo sentimentalismo em relação às máquinas que nos servem no nosso dia-a-dia, em especial os carros. Havia sempre um pouco de choro e um certo ritual de … Continuar lendo →

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Sambossa & Roll, de Isabella Paz

BRILHO PROFUNDO A PARTIR DE UMA LINHAGEM NEGRA Na entrada, eu e um outro senhor (sim, já entrei nessa categoria, conforme sou tratado com maior frequência) ainda guardávamos esperança de poder entrar enquanto um rio de brasilienses adentrava o Clube … Continuar lendo →

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Shiva strikes again

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Sobre a Lei do Silêncio

PELO ESQUECIMENTO DEFINTIVO DA ESCALA BUCOLICA (E A FAVOR DO DESABROCHAR, SEM VOLTA, DA ESCALA GREGARIA) Uma discussão das melhores se avizinha nesta cidade que acaba de completar 55 anos. É certo que não se trata de uma exclusividade: diz … Continuar lendo →

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Cães Errantes, de Tsai Ming-Liang

OLHAR PRO NADA E VER ALGO QUE DIZ TUDO Desenha-se com nitidez nesta cidade, Brasília, uma “movida” tal como a que ocorreu na Madri do começo dos anos 1980, um tema, quem sabe, para um outro post. Só inicio assim … Continuar lendo →

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