Arquivo da categoria: Arte

Um exílio de 8 dias – Parte III

Boa música, comida e bebida, pinturas e fotografias belíssimas: tudo isso sendo o resultado de empenhos, passados e presentes, que trazem consigo uma materialidade carinhosa. A arte é uma espécie de cicatriz coletiva, que nos provoca uma gama de sensações … Continuar lendo

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Um exílio de 8 dias – Parte II

As ruas de uma cidade servem às vezes para que reencontremos o sorriso que custa a acontecer quando a vida se restringe à convivência cotidiana. Em Paris, mesmo lugares mais sombrios, que nos apontam para uma não presença, parecem estar … Continuar lendo

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Um exílio de 8 dias – Parte I

É engraçado como funciona esse mecanismo que vincula o olhar ao inconsciente, ou que inunda o que vemos com o que não nos é íntimo, mas mesmo assim nos pertence (seria o que Lacan chama de extimo?). Se não, de … Continuar lendo

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Uma dupla decepção

Janeiro de 2010. Volto das férias no Chile, meu país natal. Trago comigo a alegria de ter realizado um sonho, o de conhecer o Deserto de Atacama. Já havia andado por lá, há alguns vários anos atrás, de carona na … Continuar lendo

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Geração corsária

Enquanto isso, na Bienal Brasil do Livro e da Leitura, Minha dentista me perguntou sobre a minha exposição (a primeira) de fotografias, à qual ela não foi. Ao lhe dizer que era sobre Brasília e que o titulo era “Concretofagia … Continuar lendo

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A fotografia de Susana Dobal

ELA, COMO JOÃO BOSCO (O MÚSICO), JÁ NÃO PISA MAIS NO CHÃO Há um romance de Salman Rushdie que tem como um de seus principais personagens um fotógrafo. Trata-se de O chão que ela pisa, em que “ela” é uma … Continuar lendo

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Inhotim

UM JARDIM DE DELÍCIAS Ao longo da vida é inevitável que nos deparemos com a pergunta: o que você faria se ganhasse na loteria? Eu já devo ter participado, durante meus 45 anos de vida, de no mínimo umas vinte … Continuar lendo

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PPPPP by POA

BRASÍLIA TEM O (SEU MILES E) SEU QUARTETO CORSÁRIO “(…) e se consideramos que, no final das contas o barco é um pedaço flutuante de espaço, um lugar sem lugar, que vive por si mesmo, que é fechado sobre si … Continuar lendo

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Brasília, uma arquitetura familiar, de Débora Amorim

UM PARALELO A MAIS Uma amiga minha, Lara Amorim, professora de antropologia da UFPB, me deu de presente um livro do qual ela participou como curadora e autora de um texto de apresentação; um livro sobre Brasília, cujos (outros) autores … Continuar lendo

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