Arquivo do autor:Andrés Rodríguez Ibarra

Avatar de Desconhecido

Sobre Andrés Rodríguez Ibarra

Sociólogo e doutor em filosofia, autor de uma tese sobre a liberdade em Foucault, defendida em 2008 na USP.

NYC (Parte I)

O INVERSO DA CONCRETOFAGIA Recentemente, tive a honra de constar, enquanto fotógrafo (e em meio a outros quatro artistas), do trabalho de final de curso de uma jovem fotojornalista, Mariana Costa, que abordou o tema dos novos olhares sobre Brasília. … Continuar lendo →

Publicado em Arte | Deixe um comentário

Movimento das Vadias

NADA DE EXPLOSÕES A convocação veio pelo Facebook: uma flash-mob na Rodoviária para demonstrar o repúdio à violência contra as mulheres, acompanhando um “levante de 1 bilhão” que iria acontecer, naquele dia, no restante do planeta. A chamada citava o … Continuar lendo →

Publicado em Arte | Deixe um comentário

Django Livre e O Som ao Redor

SOTAQUES CARREGADOS Em Viagem ao fim da noite, esse romance do pós-guerra ambientado no Ocidente (vai da Europa em guerra à África, passa pelos Estados Unidos para, por fim retornar à França) do início do século passado, Louis-Ferdinand Céline, a … Continuar lendo →

Publicado em Filmes | Deixe um comentário

As Aventuras de Pi, de Ang Lee

ÀS VEZES, É PRECISO TERGIVERSAR A FIM DE CONDENSAR Tem tempo, já, que vi o último filme de Ang Lee, As aventuras de Pi. Foi dos primeiros desta safra do Oscar a que assisti (à exceção de Argo, que estreou … Continuar lendo →

Publicado em Filmes | 2 Comentários

A Viagem, de Andy e Lana Wachowski e Tom Tykwer

NÃO ME VENHAM COM JINGLES FILOSÓFICOS Já fazem quase quinze anos desde que o mundo do cinema sofreu o impacto de Matrix, o primeiro filme da trilogia homônima dos irmãos Wachowski. E não só o mundo do cinema, mas o … Continuar lendo →

Publicado em Filmes | Deixe um comentário

Despedindo 2012

UM DIA ATAREFADO PRAS ENTIDADES DO CANDOMBLÉ Eu quis fazer um reconhecimento, pela parte da manhã, do terreno onde pretendíamos passar a virada de ano. Desconfiava das proporções, temia o aperto, queria calcular imbricações e ver, no fundo, se seria … Continuar lendo →

Publicado em Arte | Deixe um comentário

30ª Bienal de São Paulo (dia 2)

ENCERRAMENTO Tinham me dito que o terceiro andar da Bienal era um que sobrava, com um excesso de fotografias. Não achei. Começando pela série do fotógrafo alemão August Sander, sobre pessoas do século XX, esse andar fechou em alto estilo … Continuar lendo →

Publicado em Arte | Deixe um comentário

Holy Motors, de Leos Carax

QUANDO O QUE MOVE É TOTALMENTE INESPERADO Calhou-me de ter assistido ao recém-lançado filme de Leos Carax, Holy motors, junto com um grupo de amigos. Foi minha salvação, de vez que, ao sairmos, todos meio trôpegos e em busca de … Continuar lendo →

Publicado em Filmes | Deixe um comentário

30ª Bienal de São Paulo (dia 1)

ALGO QUE VALE A PENA, MESMO A Bienal de São Paulo é experiência marcante, dessas diante a quais não se pode dizer que “tanto faz”. Na última década, creio ser esta que agora termina a minha terceira e, certamente, aquela … Continuar lendo →

Publicado em Arte | 1 Comentário

Alguém que se Apaixona, de Abbas Kiarostami

A NOSSA FRÁGIL CONDIÇÃO DE INTÉRPRETES Abbas Kiarostami é um cineasta que, pelo que leio no IMDB (Internet Movie Database, a maior referência que conheço relativa ao mundo do cinema), cultiva marcas, uma delas sendo os óculos escuros, com os … Continuar lendo →

Publicado em Filmes | 2 Comentários